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O Papel dos Encarregados de Educação nos Trabalhos Escolares

Em tempos cabia aos filhos organizarem-se e tratarem dos seus deveres escolares sem o auxílio dos pais. Isto é legítimo em muitos casos, mas cada caso é um caso e cada criança ou jovem tem processos de aprendizagem diferentes.

 

Dito isto, é relevante dizer que, enquanto a escola prepara os alunos para o sucesso nas disciplinas dadas pelos professores, a educação e aprendizagem deverão ser ações continuas que partem de dentro para fora da escola.

 

Os alunos poderão, eventualmente, ter uma carga horária pesada, talvez estar inscritos num centro de estudos para terem explicações, fazer os trabalhos de casa ou apenas estarem protegidos enquanto os encarregados de educação não os levam para casa.

 

As crianças ou jovens poderão desempenhar as suas tarefas escolares nos centros de estudos e, independentemente se terão tempo para os terminar lá ou não, é dever dos seus encarregados de educação certificarem-se que os alunos cumprem com os deveres escolares.

 

 

Ao criar a rotina e hábito de verificar livros, cadernos e fichas em conjunto desde cedo, os pais ou encarregados de educação estarão a ensinar aos seus filhos ou educandos a serem organizados e responsáveis no que toca ao seu trabalho: a escola.

 

Falemos então do papel dos encarregados de educação em pleno no que diz respeito aos trabalhos escolares, sejam estes os deveres diários ou trabalhos mais extensivos. O acompanhamento constante desde o início da aprendizagem de uma criança é possivelmente indispensável para que esta se encaminhe para o sucesso. Os pais, por sua vez, deverão assumir uma posição de acompanhamento e encaminhamento. Cabe a eles ser os primeiros explicadores e motivadores perante os seus educandos, quer exista um centro de explicações ou não na equação.

 

Recomenda-se, então, que haja estrutura e alicerces na educação e formação das crianças. Há que estar sempre atualizados no que diz respeito à matéria escolar e aos trabalhos consequentes. Poderão alegar que a matéria escolar terá variado desde os seus tempos de escola e que a matéria atual é difícil de explicar, o que é legítimo tendo em conta a evolução da aprendizagem ao longo dos anos, no entanto, existem técnicas a desenvolver.

 

Voltemos então à importância da criação de estruturas base da extensão do papel da escola para casa e, claro, para os encarregados de educação. Há algumas técnicas que poderão beneficiar pais e filhos. A presença e auxílio dos pais são deveras importante; cabe a estes o papel de verificar que trabalhos de casa foram definidos e criar regras e hábitos diários para que a criança ou jovem cumpra atempadamente com os seus trabalhos.

 

Isto passa pela verificação do material e livros escolares e por assegurar que tudo seja cumprido. Este facto não permite, no entanto, que os encarregados façam os trabalhos pelos seus filhos, ação essa que é errada e prejudica o processo de aprendizagem dos educandos. O ponto fulcral é, indubitavelmente, a criação de rotinas de trabalho que incentivem as crianças a organizar-se para que tenham tempo tanto para fazer os trabalhos de casa como para passarem tempo com a família e para serem crianças. Numa fase precoce, deverão ser os pais a criar estes alicerces, mas com o crescimento dos educandos, caberá a estes manter os seus horários em casa. Os encarregados deverão, também, ser a fonte de motivação dos seus educandos e, permita-se a expressão, os fãs número um do trabalho dos seus filhos.

 

 

Ao demonstrar-se orgulhoso pelo sucesso escolar do seu filho e ao contribuir ativamente para este ao assegurar que este se encontra nivelado em relação aos seus colegas, fará com que a criança se sinta também orgulhosa com os seus deveres enquanto estudante desde tenra idade. Haverá casos mais complicados de aprendizagem que justificam um apoio extra aos trabalhos e complemento do trabalho exercido pelos professores. Assim sendo, como base de apoio, os pais deverão assumir o papel de explicadores ou, em alternativa – especialmente na impossibilidades de isto acontecer – procurar um centro de estudos ou explicador para auxiliar e agilizar o processo de aprendizagem.

 

Ainda que a criança ou jovem esteja inscrito num centro de estudos ou a ser seguido por explicadores, os encarregados de educação não ficam exonerados dos seus papéis. Isto significa que o acompanhamento da matéria, do progresso escolar e dos trabalhos de casa não deverão, jamais, ser postos de parte.

 

Cabe, também, aos encarregados, que agilizem e facilitem o processo de execução de trabalhos de grupo. Nem sempre há tempo nem motivação na escola para os trabalhos de grupo e nem todas as crianças estão no (mesmo) centro de estudos. Assim sendo, os pais deverão combinar entre si as reuniões dos jovens para que façam o trabalho sob a vigilância de um adulto ou mais.

 

Deste modo, podemos afirmar que os deveres escolares são, também, responsabilidade dos pais, não para que os façam pelos seus filhos mas para que os ensinem a importância dos mesmos como complemento da vida escolar e incentivo à organização desde cedo. Há, também, que se focar na motivação constante e em assegurar que tudo esteja feito dentro dos prazos e que os estudantes a seu encargo primem pela excelência escolar, ou, pelo menos, pelo esforço para manter notas positivas ou colmatar as falhas. A nossa escola poderá ser um ponto de partida na aplicação desse sentido de responsabilidade e trará o complemento à escola, na medida em que o seu educando poderá desenvolver a autonomia de estudo de línguas, bem como técnicas de estudo que trarão resultados muito positivos.

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